sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Gleisi toma posse da casa civil.
Na primeira entrevista concedida depois de indicada para substituir o ex-ministro Antonio Palocci na chefia da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) garantiu que a articulação política do governo não faz parte das atividades que assumirá quando tomar posse hoje.
'Não há maldição na Casa Civil', diz nova ministra
"Vou fazer o trabalho que a presidente Dilma está pedindo, que é um trabalho de gestão. Ela quer o funcionamento da Casa Civil na área de gestão, de acompanhamento dos projetos. A presidente disse que meu perfil se ajusta àquilo que ela pretende na Casa Civil. É uma ação de gestão, é com isso que eu estou comprometida", afirmou, lembrando que conhece Dilma desde quando ambas trabalharam na equipe de transição do primeiro governo do ex-presidente Lula.
Apesar de Palocci ser o terceiro ocupante da Casa Civil que deixa o cargo por não conseguir se defender de denúncias - após José Dirceu e Erenice Guerra -, a nova ministra negou a existência de uma "maldição" no cargo.
"Não há maldição na Casa Civil", rebateu. "Temos um projeto extraordinário de transformação deste país, que inclui mudanças na vida das pessoas, é com esse projeto que estou comprometida."
Nova postura. Gleisi adiantou que ao contrário do que ocorre hoje no Senado, adotará um comportamento diferente na Casa Civil, sem discriminar as propostas sugeridas por senadores da oposição. "Amanhã (hoje) vou conversar sobre a relação no Senado, falar dos meus posicionamentos, inclusive com os senadores da oposição, a quem respeito muito", afirmou ao ser questionada sobre a queixa da oposição quanto ao seu modo de "tratorar" os interesses do governo no Senado.
Por fim, a nova ministra lamentou a saída de Palocci, apesar de ser uma das integrantes da bancada que se posicionou quanto à necessidade de ele se explicar publicamente sobre o crescimento de seu patrimônio. "É um momento triste, depois do relatório da procuradoria que colocou de forma muito clara a situação. É uma pena perder o ministro Palocci nesse governo."
"Loura". Assessores próximos da nova ministra asseguram que sua escolha para o cargo pela presidente foi pessoal. Dilma tem afinidade com Gleisi, a quem chama pelo apelido de "Loura".
A nova ministra já foi diretora de finanças em Itaipu e a presidente considera que ela se saiu muito bem no cargo. Elogia também sua atuação, nos primeiros cinco meses de mandato no Senado, quando fez veemente defesa do governo.
Suplente. Com a saída de Gleisi do Senado para assumir a Casa Civil, sua vaga no Senado passará a ser ocupada pelo advogado Sérgio de Souza, primeiro suplente. Casado, 40 anos de idade e natural de Ivaiporã, interior do Paraná, ele é filiado ao PMDB e ligado ao ex-governador Orlando Pessuti, que, como vice-governador, assumiu o Estado durante o ano de 2010, quando o ex-governador Roberto Requião saiu para disputar o Senado.
A bancada do PMDB no Senado, que já era a maior da Casa, passa a ter 20 parlamentares com a posse de Sérgio de Souza. A bancada do PT, que era a segunda maior e tinha 15 senadores, cai para 14 parlamentares.
'Não há maldição na Casa Civil', diz nova ministra
"Vou fazer o trabalho que a presidente Dilma está pedindo, que é um trabalho de gestão. Ela quer o funcionamento da Casa Civil na área de gestão, de acompanhamento dos projetos. A presidente disse que meu perfil se ajusta àquilo que ela pretende na Casa Civil. É uma ação de gestão, é com isso que eu estou comprometida", afirmou, lembrando que conhece Dilma desde quando ambas trabalharam na equipe de transição do primeiro governo do ex-presidente Lula.
Apesar de Palocci ser o terceiro ocupante da Casa Civil que deixa o cargo por não conseguir se defender de denúncias - após José Dirceu e Erenice Guerra -, a nova ministra negou a existência de uma "maldição" no cargo.
"Não há maldição na Casa Civil", rebateu. "Temos um projeto extraordinário de transformação deste país, que inclui mudanças na vida das pessoas, é com esse projeto que estou comprometida."
Nova postura. Gleisi adiantou que ao contrário do que ocorre hoje no Senado, adotará um comportamento diferente na Casa Civil, sem discriminar as propostas sugeridas por senadores da oposição. "Amanhã (hoje) vou conversar sobre a relação no Senado, falar dos meus posicionamentos, inclusive com os senadores da oposição, a quem respeito muito", afirmou ao ser questionada sobre a queixa da oposição quanto ao seu modo de "tratorar" os interesses do governo no Senado.
Por fim, a nova ministra lamentou a saída de Palocci, apesar de ser uma das integrantes da bancada que se posicionou quanto à necessidade de ele se explicar publicamente sobre o crescimento de seu patrimônio. "É um momento triste, depois do relatório da procuradoria que colocou de forma muito clara a situação. É uma pena perder o ministro Palocci nesse governo."
"Loura". Assessores próximos da nova ministra asseguram que sua escolha para o cargo pela presidente foi pessoal. Dilma tem afinidade com Gleisi, a quem chama pelo apelido de "Loura".
A nova ministra já foi diretora de finanças em Itaipu e a presidente considera que ela se saiu muito bem no cargo. Elogia também sua atuação, nos primeiros cinco meses de mandato no Senado, quando fez veemente defesa do governo.
Suplente. Com a saída de Gleisi do Senado para assumir a Casa Civil, sua vaga no Senado passará a ser ocupada pelo advogado Sérgio de Souza, primeiro suplente. Casado, 40 anos de idade e natural de Ivaiporã, interior do Paraná, ele é filiado ao PMDB e ligado ao ex-governador Orlando Pessuti, que, como vice-governador, assumiu o Estado durante o ano de 2010, quando o ex-governador Roberto Requião saiu para disputar o Senado.
A bancada do PMDB no Senado, que já era a maior da Casa, passa a ter 20 parlamentares com a posse de Sérgio de Souza. A bancada do PT, que era a segunda maior e tinha 15 senadores, cai para 14 parlamentares.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Dilma privatiza Cumbica
Em reunião sobre a Copa-14, a presidente Dilma disse que até dezembro sairá o edital de licitação que entregará à iniciativa privada a administração dos aeroportos de Cumbica (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). A participação da Infraero será limitada a 49% nessas unidades, consideradas estratégicas. O setor privado será responsável pela gestão e por obras de ampliação das unidades.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Beatificação da Irmã Dulce reúne Dilma e Serra
Sinos tocando e intensos aplausos marcaram a beatificação da Irmã Dulce no último domingo (22), em Salvador (BA). Mesmo sob chuva, 70 mil pessoas compareceram à missa que conferiu o título à religiosa baiana Maria Rita Lopes Pontes, falecida em 1992.
A missa também marcou o reencontro da presidente Dilma Rousseff com o ex-governador de São Paulo José Serra, rival da petista na eleição do ano passado. No entanto, os dois não se encontraram. Dilma ficou em um camarote próximo ao altar, enquanto Serra teve que recorrer a uma capa de chuva numa área descoberta, longe do palco da celebração.
Durante a homilia pela "bem-aventurada Dulce dos pobres", o cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo abençoou Cláudia Cristiane Santos, sobrevivente de uma complicação durante parto em 2001. A igreja reconheceu o fato como um milagre da freira. Cláudia, o marido e os dois filhos foram cumprimentados pela presidente Dilma Rousseff.
"Mãe dos desamparados"
O papa Bento 16 fez alusão à beatificação da Irmã Dulce no último domingo (22). Falando em português, o papa se referiu à madre: "Desejo também unir-me à alegria dos pastores e fiéis reunidos em Salvador para a beatificação da irmã Dulce, que deixou sua marca de caridade ao serviço destes últimos, fazendo com que todo o Brasil visse nela a mãe dos desamparados".
A missa também marcou o reencontro da presidente Dilma Rousseff com o ex-governador de São Paulo José Serra, rival da petista na eleição do ano passado. No entanto, os dois não se encontraram. Dilma ficou em um camarote próximo ao altar, enquanto Serra teve que recorrer a uma capa de chuva numa área descoberta, longe do palco da celebração.
Durante a homilia pela "bem-aventurada Dulce dos pobres", o cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo abençoou Cláudia Cristiane Santos, sobrevivente de uma complicação durante parto em 2001. A igreja reconheceu o fato como um milagre da freira. Cláudia, o marido e os dois filhos foram cumprimentados pela presidente Dilma Rousseff.
"Mãe dos desamparados"
O papa Bento 16 fez alusão à beatificação da Irmã Dulce no último domingo (22). Falando em português, o papa se referiu à madre: "Desejo também unir-me à alegria dos pastores e fiéis reunidos em Salvador para a beatificação da irmã Dulce, que deixou sua marca de caridade ao serviço destes últimos, fazendo com que todo o Brasil visse nela a mãe dos desamparados".
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Agricultura Familiar, prioridade de Dilma
É da maior importância a decisão anunciada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, de reduzir os juros para a agricultura familiar. Quem acompanha a atividade agrícola sabe quão fundamental é a outra medida anunciada por ela, de destinar financiamento à construção de residências no meio rural.
As taxas cobradas sobre o crédito para a agricultura familiar, que variavam de 1% a 4%, ficaram, agora, entre 0,5% e 2%. A presidenta anunciou, ainda, a criação de uma Superintendência de Habitação Rural e a liberação de R$ 900 milhões para a construção de moradias no campo.
Aqui no blog o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Alberto Broch, uma das 30 lideranças rurais presentes ao anúncio das medidas pela presidenta da República, detalha as medidas para os nossos leitores:
No seu entender, o que de mais importante foi anunciado ontem pela presidenta para o meio rural, especificamente a agricultura familiar?
Vivemos um processo crescente de conquista tanto da sociedade organizada, quanto do Estado. Este empenho em responder mostra o amadurecimento do governo e da luta social, cada um no exercício do seu papel. Fica evidente o respeito e o compromisso do governo com o desenvolvimento rural e a agricultura familiar. Há uma dívida de 200 anos do Estado brasileiro em relação à luta dos trabalhadores rurais, historicamente alijados das políticas públicas. A nossa demanda é enorme e urgente. A sinalização da presidenta traz muita esperança.
A agricultura familiar é responsável por 70% dos produtos que chegam a mesa dos brasileiros, segundo o IBGE. Ela gera o desenvolvimento local de muitos municípios do interior e tem um papel fundamental para o equilíbrio da distribuição de renda no nosso país.
As taxas cobradas sobre o crédito para a agricultura familiar, que variavam de 1% a 4%, ficaram, agora, entre 0,5% e 2%. A presidenta anunciou, ainda, a criação de uma Superintendência de Habitação Rural e a liberação de R$ 900 milhões para a construção de moradias no campo.
Aqui no blog o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Alberto Broch, uma das 30 lideranças rurais presentes ao anúncio das medidas pela presidenta da República, detalha as medidas para os nossos leitores:
No seu entender, o que de mais importante foi anunciado ontem pela presidenta para o meio rural, especificamente a agricultura familiar?
Vivemos um processo crescente de conquista tanto da sociedade organizada, quanto do Estado. Este empenho em responder mostra o amadurecimento do governo e da luta social, cada um no exercício do seu papel. Fica evidente o respeito e o compromisso do governo com o desenvolvimento rural e a agricultura familiar. Há uma dívida de 200 anos do Estado brasileiro em relação à luta dos trabalhadores rurais, historicamente alijados das políticas públicas. A nossa demanda é enorme e urgente. A sinalização da presidenta traz muita esperança.
A agricultura familiar é responsável por 70% dos produtos que chegam a mesa dos brasileiros, segundo o IBGE. Ela gera o desenvolvimento local de muitos municípios do interior e tem um papel fundamental para o equilíbrio da distribuição de renda no nosso país.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Dilma adia viagem oficial ao Uruguai
Apesar de o Palácio do Planalto não atribuir ao estado de saúde da presidente Dilma Rousseff (PT) o adiamento da viagem ao Uruguai do dia 23 para o dia 30, o objetivo foi preservá-la.
Oficialmente, o governo explica que a data não estava confirmada, apenas prevista e que, por ajuste de agenda, precisou ser alterada. Dilma já havia cancelado a viagem ao Paraguai, que seria domingo passado sob a justificativa de que precisava se recuperar totalmente da pneumonia.
A presidente preferiu manter a agenda desta semana ainda em ritmo um pouco mais lento, adiando também a viagem que pretendia fazer nesta sexta-feira, dia 20, para Angra dos Reis, para inaugurar a plataforma P-36 da Petrobras.
Ontem, a presidente justificou aos integrantes do Grito da Terra que não foi à concentração do movimento, como fez nos anos anteriores, ao lado de Lula, porque “não está ainda bem de saúde”. Justificou o seu estado também para não cumprimentar um a um os trabalhadores rurais que participaram de reunião no Planalto.
Oficialmente, o governo explica que a data não estava confirmada, apenas prevista e que, por ajuste de agenda, precisou ser alterada. Dilma já havia cancelado a viagem ao Paraguai, que seria domingo passado sob a justificativa de que precisava se recuperar totalmente da pneumonia.
A presidente preferiu manter a agenda desta semana ainda em ritmo um pouco mais lento, adiando também a viagem que pretendia fazer nesta sexta-feira, dia 20, para Angra dos Reis, para inaugurar a plataforma P-36 da Petrobras.
Ontem, a presidente justificou aos integrantes do Grito da Terra que não foi à concentração do movimento, como fez nos anos anteriores, ao lado de Lula, porque “não está ainda bem de saúde”. Justificou o seu estado também para não cumprimentar um a um os trabalhadores rurais que participaram de reunião no Planalto.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Dilma quer governo com eficiência de empresa
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que quer imprimir ao seu governo “eficiência máxima”, com controle dos gastos públicos, equilíbrio fiscal e pleno atendimento ao cidadão. Em seu programa semanal de rádio, Dilma afirmou que a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, criada por meio de decreto assinado na semana passada, tem como objetivo ajudar o governo a instituir mecanismos para tornar o Brasil mais competitivo no mercado mundial e mais eficaz no atendimento ao cidadão. Segundo ela, a ideia é levar o modelo de gestão empresarial para o Executivo.
“É um grupo de pessoas que vai me ajudar, ajudar o governo a trabalhar melhor. Esta câmara vai estudar as ações e os procedimentos da administração pública e nos orientar no uso mais inteligente do dinheiro, que vem do cidadão através dos impostos. Queremos economizar e, ao mesmo tempo, oferecer serviços cada vez melhores ao cidadão. Estamos procurando soluções para melhorar o funcionamento das escolas, dos hospitais para construir estradas mais baratas e melhores, e para evitar desperdícios”, explicou a presidenta. “Adotamos a filosofia de fazer mais, melhor e gastando menos”, acrescentou
“É um grupo de pessoas que vai me ajudar, ajudar o governo a trabalhar melhor. Esta câmara vai estudar as ações e os procedimentos da administração pública e nos orientar no uso mais inteligente do dinheiro, que vem do cidadão através dos impostos. Queremos economizar e, ao mesmo tempo, oferecer serviços cada vez melhores ao cidadão. Estamos procurando soluções para melhorar o funcionamento das escolas, dos hospitais para construir estradas mais baratas e melhores, e para evitar desperdícios”, explicou a presidenta. “Adotamos a filosofia de fazer mais, melhor e gastando menos”, acrescentou
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