sábado, 15 de janeiro de 2011

Presidente Dilma determina contenção de despesas para ministérios

A presidente Dilma Rousseff ordenou que a equipe ministerial priorize os cortes em nos orçamentos, começando por gastos de custeio, entretanto afetando também os investimentos para cumprira meta de superavit primário de 3% do PIB.

Na primeira reunião com os ministros na sexta-feira, a presidente reforçou a mensagem de contenção de despesas. Apenas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em andamento continuem, sem iniciar novas.

Dilma se manisfestou insatisfeita com as projeções de corte feitas pela equipe econômica, apontando que espera um bloqueio menor que os R$ 50 bilhões sugeridos. O corte deve passar os R$ 40 bilhões.

Além de dizer que divergências públicas não vão ser aceitas na sua equipe, Dilma disse ainda que "contará até três" quando houver brigas, demostrando sua forma para dirimir conflitos. O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, vai fazer três reuniões com os envolvidos para chegar ao consenso. Caso não haja um acordo, a presidente vai "arbitrar".

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou no final da reunião que o valor do salário mínimo, de R$ 545, sairá a partir de fevereiro. Palocci também falou de cortes e da necessidade de unidade dentro do governo, mas depois de decididos os cortes em discussões, não será permitido revisões.

A presidente Dilma Rousseff vai anunciar em março o Plano Nacional de Combate à Miséria, além de ter pedido aos ministros que apresentem projetos até 28 de fevereiro. Até dia 4 de fevereiro, Dilma quer que as pastas proponham cortes e indicou redução imediata nos gastos com passagens, alugueis e compra de imóveis.

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